Após uma conturbada rebelião, dezoito impérios abandonaram a Coligação.
Numa noite turbulenta, juntam-se na TASCA, que passou a ser a sede da nova Aliança intergaláctica de Impérios :
A aliança TASCA.
Seus imperadores- conhecidos por todo o universo como tasqueiros- e os homens e mulheres que os servem são os heróis destas aventuras.
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
Nova gerência
A TASCA anuncia que o blog mudou de mãos.
O Matemaniaco abusou um bocadinho da coca-cola e deixou de estar disponível.
Não se preocupem, que se depender do pessoal da TASCA vamos continuar a ter histórias por aqui.
segunda-feira, 10 de dezembro de 2012
Histórias dos Impérios da TASCA
Volume 1
VI - A agente de may
Volume 1
VI - A agente de may
Por Matemaníaco
No império de may, por decreto do imperador não se usam roupas.O decreto foi emitido um ano depois de Eslarecida ter começado a sua missão evangelizadora.
Nos primeiros dias da TIA, ter agentes completamente despidas a caminhar pela sede estava a causar imensos distúrbios e distracções,
Por outro lado, enviar agentes que não usam roupas para outros impérios estava fora de questão.
- O problema é a picuinhice do resto do universo. - Respondeu mayNard ao director da TIA.
Para resolver a situação, foi imposto o uso de roupas às agentes de may, enquanto estivessem em instalações da TIA e quando estivessem em missão.
Estas, revoltadas, pediram uma reunião com o director.
O director entra na sala e vê quase uma centena de beldades totalmente nuas.
Uma delas, aproxima-se.
- Tem aí uma arma ou gostou mesmo de nos ver?
- Por uma questão de profissionalismo prefiro não responder. Queriam ver-me?
- Eu sou a agente Laura. Queríamos saber porque é que temos de usar roupas aqui na sede. Em missão ainda compreendemos, mas aqui na sede parece-nos exagerado.
- Está ben, vamos esquecer o meu cargo aqui. Ao entrar nesta sala eu senti-me como se estivesse a entrar num harém, que para meu azar não é o meu.
- Obrigado pelo elogio... mas explique-nos lá a razão de termos de usar roupas.
- Deixem-me cá por isto de outra forma...
O director baixa as calças.
- Eu sabia que não era uma arma! - Diz Laura.
-Isto deve ser o sonho de muito adolescente em todo o universo.
-Só que aqui somos todos adultos- Respondeu Laura
- Numa sede com tantos homens, eu quero toda a gente concentrada nas suas missões, não a pensar em como saltar-vos para cima!
- Até parece que nunca viram uma mulher nua antes.
- Eu tenho um harém, e mesmo assim quando passo por vocês, acreditem que não é em missões que eu penso.
- Homens! Só pensam nisso!...
- Não leve a mal... depois aceita ir tomar um copo comigo? Eu deixo-a andar nua no meu gabinete.
- Bom meninas. parece que o problema é a infantilidade masculina. Vamos mesmo ter de usar roupas por cá.
Ouviram-se apupos e protestos, mas as agentes lá concordaram.
- Lamento.- Disse o director.
- Aceito o seu copo... você é imperador e solteiro não é?...
- Sim, sou...
Dias mais tarde, todos os agentes usavam uma farda própria da agência. e Laura visitou o director.
- Usarmos roupas. Resolveu alguma coisa?
- Sim, muita coisa. Deixara, de haver acidentes cá dentro. As tuas agentes ainda me odeiam?
- Não. E eu pessoalmente, venho pedir uma missão extra.
- Sim? Qual?
- Quero ser tua concubina.
- Eu aprovo. Só que aviso desde já que eu não quero confusões com o may.
- Ele é só meu imperador. O que eu faço com a minha vida pessoal é assunto meu.
Pouco depois a porta abre-se e entra Bejekas.
- Ó Mates foi para isto que te fizemos director da TIA?
- Porra! Já não se usam sinalizadores?
-O teu está avariado..
-Então batias à porta!
Laura levanta-se e sai, cumprimentando Bejekas na saída.
-A maioria dos gajos era apanhado com elas nuas. Tu metes-te com elas vestidas.
- O que é que queres?
- A missão com o XYZ deu barraca...
.Dias mais tarde, Laura volta a visitar o director.
- Se não te importares. vamos voltar a ter uma relação estritamente profissional.
- Mesmo como minha concubina?
- Eu tenho de largar esse cargo.
- Que se passa?
- Raramente nos vemos, e não gosto do teu harém
-Queres exclusividade? É tua...
-Eu precisei de ter esta conversa contigo para tomares essa decisão. Logo, não quero.
-A monogamia não se aplica aos imperadores. Tu vens do império de may, sabes disso.
-Sim, sei.mas a decisão está tomada.
-Antes de saires...deixa-me que te diga que ficas muito bem de farda.
-Obrigada.
Laura saiu.
O director ligou um comunicador e ligou a Troy.
-Ela também deixou-me.
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
As aventuras de Capitão Lagrange
Capítulo 3 : Os outros
( parte 14 -Fim de capítulo )
( parte 14 -Fim de capítulo )
por Matemaníaco
(Continua daqui) . Pode ver um resumo da história até agora aqui.A nave voou por baixo dos interceptores. Em todo o cargueiro, quem podia aproximava-se de uma janela ou de um monitor que estivesse a transmitir imagens da gigantesca frota.
Lagrange não resistiu a perguntar:
– Como é que não vimos estes tipos antes?
– Aí está uma boa pergunta. Estamos a vê-los... mas continuam a não aparecer nos nossos sensores militares. Mandei verificar o que se passa com os nossos sensores, mas ainda não me deram resposta.
– A frota é muito grande para ser ilusão.
– Concordo. Otarius era um comandante experiente e mesmo assim a Esperança foi destruída. Ele não deve ter visto a frota atacante aproximar-se. Todo o cuidado é pouco.
Continuavam de olhos colados aos monitores enquanto a nave subiu e voou entre os vários milhares de interceptores.
Todos eles com uma bandeira pirata pintada sobre o sítio onde devia estar a identificação. Estavam ali interceptores de várias eras. Desde interceptores com esquemas de há 200 anos a interceptores que nunca ninguém tinha visto, mas pareciam ser a evolução natural em design dos anteriores.
– Interceptores do futuro? - Perguntou Jovian
– O seu palpite é tão bom como qualquer outro. Tendo em conta o que sabemos deste sítio, é uma forte possibilidade – Respondeu uma oficial.
Lagrange olhou para ela e perguntou:
– Todas as naves que temos são sobreviventes daquele enorme campo de destroços. Onde foi que estes tipos arranjaram tanto interceptor?
– O nosso conhecimento deste sistema é muito limitado. Podem estar a chegar naves a outra parte do sistema.-Respondeu.
– Olha! Ampliem-me aquela nave no primeiro quadrante.- Gritou Jovian.
No ecrã estava um interceptor sem bandeira pirata. A identificação era ICTMAT13122102-751.
– Não é o único, – disse o subcomandante, apontando para outra nave.
Após ampliação via-se nitidamente ICTPOE03012010-001.
Seguiram-se muitas outras identificações. Estavam ali naves das frotas de centenas de impérios.
Jovian chamou os seus oficiais e Lagrange à sala de reuniões.
Ao fim de alguns minutos estavam os 7 oficiais e Lagrange lá reunidos.
Jovian começou a reunião.
– Minhas senhoras e meus senhores, este é o Capitão Lagrange, meu convidado nesta missão. Como acabaram de ver esta frota de interceptores parece ser formada por naves de vários impérios do universo que conhecemos. Não temos combustível para avançar muito mais, por isso vou ordenar o nosso regresso. Temos um caça pesado parado a alguns milhares de quilómetros daqui, e nós ainda não fomos detectados.
– Perdoe-me senhor. – interrompeu uma das oficiais – Não assuma isso! Encontrei há minutos um vírus desconhecido na IA da nossa nave.
– Um virus informático?
– Sim senhor. Infectou os sistemas de comunicações, sensores e ainda não sei que mais.
– E só detectaram isso agora?
– Senhor, isto não é um vírus normal. Ele não foi detectado pelo antivirus.
– Poupe-nos aos dados técnicos. Consegue livrar-nos dele?
– Não sei, mas eu preferia não o transmitir à nossa frota.
– As ligações entre as nossas naves são automáticas. Podemos já ter transmitido o virus ao que resta da nossa frota.
– Podemos estar a ser monitorizados neste preciso momento, mesmo com camuflagem! – Interrompeu Lagrange.
– Sim, podemos. – Concordou o oficial.
– Transmite tudo o que temos sobre esse vírus numa transmissão encriptada a toda a frota.
Virando-se para Lagrange, Jovian disse:
– Penso que tirando o teu caça, todas as nossas naves já devem ter regressado ao planeta.
Virando-se para o resto dos oficiais, Jovian pergunta:
– Mais surpresas?
Uma oficial levantou o braço.
– Diga, menina Korin
– Senhor, temos destroços da Esperança contaminados com protanerabacter... Esta versão das bacterias é nova. As que conhecíamos afectavam nanites e sistemas eletrónicos pelos seus micro-impulsos e irregulares campos electromagneticos. Estas, enviam pequenas ondas de radios, que podem muito bem ser código comprimido.
– Estás a dizer-nos que estas bactérias podem ter-nos metido um virus informático?
– Desculpem-me: Como é que uma bactéria cujo habitat natural são uns frutos consegue uma coisa destas? - Perguntou um oficial que até agora tinha estado calado.
– Essa é uma boa pergunta. Não gosto de nenhuma das possíveis respostas.-Respondeu Lagrange
A reunião acabou. A Aristóteles afastou-se dos interceptores sem ter sido incomodada, e regressou a Cronos, à cratera.
Lagrange mais uma vez tentou contactar telepaticamente NIA, sem sucesso...
– Capitão, foi um prazer tê-lo conhecido. – Disse-lhe Jovian à saída.– Vou falar com o comando central. Mantenha-se por perto.
– Igualmente. Eu vou procurar uns amigos meus.
Lagrange saiu do cargueiro acompanhado de dois seguranças e entrou num carro voador. Um dos seguranças sentou-se ao volante e levou-o até ao destruidor-hospital.
O carro estava parado à entrada.
Lagrange contactou Natália via nanites:
“Natália? A sábia está segura?”
“Olá Lagrange. Sim, ficou na minha casa.”
“Tens casa aqui?”
“Sim, foi-me dada há cerca de um ano.”
De repente começam a ouvir-se explosões.
Lagrange e os seguranças viram-se na direcção da cratera e vêm raios a vir do céu e a cair naquela zona, levantando-se enormes nuvens de fumo.
– Estão a atacar a nossa frota!
Fim do capítulo.
Como prometido, em breve e a partir do 4º capítulo, As aventuras de capitão Lagrange continuarão no blog
"As Histórias do Matemaniaco".
terça-feira, 27 de novembro de 2012
Histórias dos Impérios da TASCA
Volume 1
V - O Pirata DoiDoi
Parte 2
Parte 2
Por Matemaniaco
Após as várias movimentações no império de Matemaníaco, começaram a chover movimentações e comunicações dentro da TASCA.
A tensão era grande.
Matemaníaco deixou o trabalho das relações diplomaticas nas mãos capazes de Troy.
O Almirante Euler foi encarregue da reorganização da frota.
David Lagrange recebeu o comando de um cruzador, sem nome oficial, o CRZMAT27112012-001
NIA foi admitida no centro de pesquisas de Ganymede.
Solo, como capitão da Guarda Imperial reestruturou a cadeira de comando.
Finalmente Troy recebe uma comunicação de um Imperador que pergunta o porquê das movimentações.
Troy explica, que o imperador vê com muitos maus olhos birras de outros imperadores.
Que a atitude de SempreASomar, não foi a atitude de um imperador, mas sim a de uma criança, e na TASCA, muitos fecharam os olhos a isso.
Por outro lado, o pirata DoiDoi se quer uma hipótese, deve provar que a merece.
A resposta de Troy, não foi bem recebida, e exigiram falar directamente com o Imperador.
O Imperador respondeu-lhes que Troy falava em nome do império. Se não gostavam do que ela dizia, que ele não iria mudar uma vírgula, portanto que deviam ir para outro lado.
De repente, muitos imperadores puseram-se do lado de Matemaniaco.
O almirante Euler sugeriu ao imperador que prestasse atenção, pois podiam haver manobras nos bastidores.
O pirata DoiDoi poderia infiltrar-se com um disfarce ou com as credenciais de outro imperador.
Como ainda director da TIA, o Imperador escolheu um grupo de vários agentes e deu-lhes a missão de monitorizar as comunicações da TASCA, e vários deles ficaram encarregues de infiltrar-se nas frotas de vários membros de toda a TASCA, naquilo que ficou conhecida como missão indícios de traição.
Pela primeira vez na história a TIA tinha missões dentro da própria TASCA. Algo que poderia dar origem à demissão do director caso fosse descoberto e mal aceite.
Finalmente, Troy conseguiu a garantia de DoiDoi não ser aceite na aliança.
O Imperador felicitou Troy pelo sucesso nas comunicações, mas disse ainda:
-Não deves olhar para isso como uma vitória. A TASCA não deve aceitar, e nem sequer voltar a considerar este tipo de negociações-Imposições.
-Sim, tem razão, porque na realidade esse é o maior problema.
-Assim que estas negociações acabarem... Tu e Solo merecem umas longas férias. Têm a minha dispensa pelo tempo que achares conveniente.
-Muito obrigado senhor.
As negociações continuam, e finalmente os representantes de vários imperadores concordam em banir o comportamento "Birra" das negociações oficiais da TASCA.
O Capitão Bat-Solo, e Troy tiram umas merecidas férias para Ria, Planeta do Império de Aivota.
Vão no cruzador de David Lagrange.
Entretanto dias depois, em Júpiter, Matemaníaco recebe uma mensagem de um dos agentes da TIA: três dos agentes da missão indícios de traição desapareceram sem deixar rasto.
Até hoje a pergunta mantem-se: Será que encontraram algo?
Nota do autor:
Face ao sucesso de Troy, volto a este Blog.
Mas, para memória futura, a partir do capítulo IV, As aventuras de Capitão Lagrange
serão publicadas exclusivamente no Blog "As Histórias do Matemaniaco"
Matemaníaco
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
Histórias dos Impérios da TASCA
Volume 1
V - O Pirata DoiDoi
Parte 1
Parte 1
Por Matemaníaco
(Baseado em factos verídicos)Há exactamente um mês e nove dias...
Centro de comunicações do império de Mat, departamento diplomático.
A TASCA tinha sofrido um ataque não provocado por parte de um membro da coligação dos impérios: o pirata DoiDoi.
Matemaniaco: A mensagem diplomática saiu?
Troy Solo: Sim saiu.Passada uma hora.
Matemaniaco: Continuamos a não obter resposta?
Troy acenou negativamente.
Matemaniaco: Contacta toda a TASCA: que comece o fogo de artifício
Passada outra hora
Troy: Imperador, não recebemos resposta, mas a TIA informa-nos que interceptou uma comunicação da coligação dos Impérios. O Pirata DoiDoi está a acusar a TASCA de ter começado as hostilidades.
Matemaniaco: Portanto, ficamos a saber que as comunicações dele funcionam muito bem. Só não nos quer responder, e está a mentir perante a coligação para ver se nos leva para guerra...
Troy: É muito lamentável senhor.
Passada mais uma hora.
Troy: mensagem da TIA: DoiDoi admitiu que foi ele que começou as hostilidades, mas requer apoio da Coligação porque sozinho não aguenta com a TASCA.
Matemaniaco: Troy, espero estar enganado, mas esse palerma um dia abandonará a coligação e eventualmente vai querer entrar na TASCA.
Troy: É um cenário que já se repete há milénios na história da humanidade.
Matemaniaco: A maioria, com desfechos catastróficos! Lamento. Quem não responde a diplomacia e nem sequer a uma mensagem nossa não tem lugar na TASCA. Redige tu uma mensagem a avisá-lo que nunca será aceite na TASCA e envia-a. Duvido que o cretino se digne a responder-nos.
De facto, a resposta nunca chegou.
Passadas várias horas, o agente Captain_Price 007 bombardeou um dos planetas de DoiDoi.
Ao fim de alguns dias, DoiDoi abandona a coligação.
Passadas três semanas, a TASCA recebe uma mensagem do Imperador Bejekas.
"Eu quero o Imperador SempreASomar nesta aliança. Mas ele impôs uma condição: Só adere se o imperador DoiDoi entrar na TASCA".
Troi ao ver a mensagem liga para o Capitão Solo.
Troy: Tenho uma má notícia!
Capitão Solo: Que se passa amor?
Troy: O Imperador SempreASomar só entra na TASCA se o "Imperador" DoiDoi entrar.
Capitão Solo:"Imperador"? Esse nojento é um pirata que nunca respondeu sequer a uma mensagem do nosso império. Queres que eu dê o recado ao imperador?
Troy: A política está a ficar cada vez mais suja... Sim faz-me esse favor.
Capitão Solo: Suja, principalmente de sangue.
Assim que o imperador Matemática recebeu a mensagem, demitiu-se do cargo de relações diplomáticas e enviou a seguinte mensagem para a TASCA: ele entra e eu saio.
Aparentemente a mensagem foi entendida. e durante duas semanas não se falou no assunto.
Mas ontem... chegou uma nova mensagem. Falavam em "segundas oportunidades"...
Troy e Matemaniaco olham para a mensagem incrédulos.
Desta vez o próprio Matemaniaco perde o seu precioso tempo e escreve directamente ao imperador SempreASomar:
Vivas.
Constou-me que só vens para a TASCA se o DoiDoi for aceite.
Para te ser 100% honesto eu tenho sérios problemas em aceitar quem enquanto esteve na Coligação fez um ataque não provocado, sem lucro a um dos nossos (parecendo mesmo algum tipo de provocação ou retaliação), e tendo tido hipotese de resolver as coisas diplomaticamente preferiu ir chorar para a aliança (logo a Coligação)...
Eu não quero esse tipo de comportamento na TASCA, e é por isso que eu sou um dos que se opõe à entrada dele. (Não sou o único)
Agora tu, como sabes, és muito bem vindo.
Consegues garantir-me que ele na TASCA comporta-se, não vai andar por aí a provocar outros (tirando aqueles que já são os nossos alvos habituais...), e passa a ao menos ter a decência de responder a mensagens privadas, seja lá de quem for?
Eu não tenho nada contra dar 2ªs hipóteses às pessoas, aliás até acho que toda a gente tem o direito a errar, mas tenho muitas reservas quanto a este tipo de "Imperadores".
SempreASomar respondeu que não queria "ser do contra".
Face à votação que está neste momento prestes a aprovar a entrada de DoiDoi, Matemaniaco pediu a Troy que cortasse unilateralmente as comunicações com a TASCA, enquanto considera a saída da TASCA do universo 25.
Numa sala reunidos, estão Capitão Lagrange, Capitão Solo, NIA e Troy.
Lagrange: vamos mesmo abandonar a TASCA?
Troy: Pelo que eu conheço do Imperador, é uma forte hipótese.
Solo: Eu estou com ele a 100%, decida ele o que decidir.
NIA: Política não é lógica. Segundas hipóteses devem ser merecidas e não impostas por capricho de um amigo, por mais poderoso que seja.
Troy: Lamento mesmo.
Lagrange: Acabei de apresentar a minha demissão da frota da TASCA. Fui imediatamente aceite como Comandante na frota do Imperador.
NIA: Não te estás a precipitar David?
Lagrange: Antes de ser TASCA, sou fiel ao meu imperador. prefiro estar com ele do que estar numa organização com pessoas em quem não confio. Aqui, a minha patente é mais alta.
Solo: Vou dispensar todo o pessoal TASCA das minhas forças.
Nota do autor:
Como protesto pelos acontecimentos recentes abandono a publicação de histórias neste blog.
Podem continuar a ler as minhas histórias no Blog "As histórias do Mat"
Até um dia.
Matemaníaco
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
As aventuras de Capitão Lagrange
Capítulo 3 : Os outros
( parte 13 )
( parte 13 )
por Matemaníaco
– Lagrange, não está preocupado com Hara e o resto dos tripulantes da Esperança?
–Hara está viva. Ela estava viva no ponto temporal de onde a minha exploração partiu, e você sabe o que está a fazer...
– Eu não posso estar aqui a perder tempo consigo. Quero que você e Gonzalez se metam no vosso cargueiro, que passou na nossa inspecção, e vão lá acima juntar-se à missão de procura de sobreviventes. O responsável pela missão é o capitão Dimitroc Jovian. Siga as suas instrucções.
Entretanto vou ver o que se passa com a sua boneca.
Lagrange saiu em direcção à tenda.
Chegando lá, sugeriu a Natália que tratasse do transporte da sábia para um sítio seguro, e fora do alcance de PéNaCov, ainda explicou a Glorie que todos os computadores, robots e instrumentos da sábia deviam sair dali, para segurança de todos.
Glorie não fez perguntas e disse que tratava de tudo.
Lagrange, antes de sair, despediu-se e beijou a face de Natália.
Depois, junto com Gonzalez, correu para o seu caça.
Já no cockpit do caça, Gonzalez não conseguiu deixar de observar:
– Você anda metido com a enfermeira e com a boneca? Tem mais alguma?
– Eu cheguei cá há apenas uma semana.
O caça começou a voar em direcção ao espaço.
– Mas a ter de ficar com alguma, eu quero a NIA.– Continuou Lagrange
– A boneca? É doido! A enfermeira é um mulherão.
– Conselho de um tipo que antes dos 20 anos já tinha namorado com cinquenta mulheres de todas as idades: Não deixe o aspeto físico ou a espécie decidir quem vai ser a sua companheira.
– Cinquenta? Vá mangar outro!
– Como queira.
– Sim, sim, cinquenta...
Lagrange manteve o silencio enquanto o caça se aproximava do campo de destroços.
Receberam uma trajectória de busca, e começaram a sua missão.
Passadas doze horas, ainda sem encontrar sobreviventes ou quaisquer destroços de salva-vidas, receberam uma comunicação do capitão Jovian
“Tudo me faz crer que os atacantes capturaram os sobreviventes. Por falta de combustível, vamos cancelar a missão de busca.”
–Gonzalez, nós ainda aguentamos mais duas horas não é?
–Sim, temos combustível para mais duas... Capitão olhe para aquilo.
Lagrange olha pela janela e vê uma frota com vários interceptores.
Os sensores não mostravam nada naquele lugar, mas os seus olhos não o enganavam.
Lagrange aperta rapidamente o botão do comunicador.
– Capitão Jovian, daqui capitão Lagrange, tenho uma enorme frota de interceptores à minha frente, mas os nossos sensores não estão a detectar nada.
Passados alguns segundos Jovian responde:
– Já vos viram?
– Não sei, mas não estão a tomar nenhuma acção contra nós.
– Vou aproximar-me de vocês. Sugiro que desliguem as luzes e os motores.
A comunicação foi desligada.
– É impossível ainda não nos terem visto. O capitão Jovian aproximar-se parece-me má ideia – disse Gonzalez.
– A nave do Capitão Jovian tem um sistema de camuflagem. Para ser honesto, a única coisa que me está a incomodar é a possibilidade de estarem a monitorizar as nossas comunicações.
– Como não estamos a detectar nada, isto não pode ser algum tipo de engodo, ilusão?
– Como a Esperança foi destruida, não vamos assumir nada.
– Quem diabos são estes gajos?
– São outros sobreviventes... Se já nos detectaram, decidiram não comunicar.
Cerca de três minutos depois, Jovian envia uma mensagem via nanites a Lagrange.
“Chegámos ao vosso lado. Novidades?”
“Nenhumas. A vantagem está do vosso lado. A camuflagem do Aristóteles torna-o na nave ideal para se aproximar.”
“Querem vir connosco? Temos um teletransportadores”
“Vou perguntar aqui ao meu copiloto.”
“Dois dos nossos robots ofereceram-se para vos substituir nesse caça.”
– Gonzalez, a Arquimedes está camuflada aqui ao nosso lado. O capitão está a oferecer-nos um lugar lá, enquanto vão investigar esta armada de interceptores.
– Como é que vamos para lá sem dar nas vistas? E vamos abandonar este caça?
– Teletransportador. Dois robots deles ficam aqui no nosso lugar.
– Teletransportador? Pode ir capitão. Eu fico aqui!
“Capitão Jovian, eu vou. O meu copiloto fica.”
“Está bem. Aguarde alguns segundos.”
– Até breve Gonzalez.
O capitão desaparece à frente dos olhos de Gonzalez, e em seu lugar aparece um robot.
Na Arquimedes, Lagrange é rematerializado em frente ao capitão Jovian
– Bem vindo a bordo.
– Onde é que arranjou um teletransportador?
– Foi encontrado no meio dos destroços quando cá chegámos. Ainda não temos forma de duplicar esta tecnologia para implementar nas outras naves, por isso, não a publicitamos.
– Tem combustível para isto?
– Espero que o que temos seja suficiente.
Jovian deu sinal aos seus homens e a nave avançou em direcção à frota.
(continua)
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