quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Rádio Comercial e o dia de S. Valentim


A letra encontra-se no site da comercial.

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Ferramentas (oGame) da TASCA

Bom dia a todos.
A ferramenta da TASCA "Conversor de acções e relatórios de espionagem" é um "Work in progress", e portanto poderá ter alguns bugs e ir sofrendo modificações ao longo do tempo.
Algumas das alterações serão apenas a nível de código, outras a nível estético, ou só disposição de botões.

Características previstas após a próxima alteração. ainda sem data prevista:

  • Conversão de RAEs e REs (a actual só faz de RAEs)
  • Conversão em português ou francês (dedicado ao pessoal da TASCA no universo Sirius do oGame francês)






Está prevista a evolução de este conversor de relatórios por forma a que um dia no futuro também faça a conversão de relatórios de combate (RC's).


Quanto às nossas histórias, a próxima parte de "O Império desaparecido" deve chegar ainda nesta semana que agora começa.

Bom Domingo para todos e, bom oGame para quem joga.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

O Político e o Bebado


partilhado por Pinheiro

Um político que estava em plena campanha chegou a uma
pequena cidade, subiu para o palanque e começou o
discurso:
 - Compatriotas, companheiros e amigos! Encontramo-nos
aqui, convocados, reunidos ou juntos para debater, tratar ou
discutir um tópico, tema ou assunto, o qual me parece
transcendente, importante ou de vida ou morte. O tópico,
tema ou assunto, que hoje nos convoca, reúne ou junta é a
minha postulação, aspiração ou candidatura a Presidente da Câmara deste Município.
 De repente, uma pessoa do público pergunta:
- Ouça lá, por que é que o senhor utiliza sempre três
palavras, para dizer a mesma coisa? O candidato respondeu:
- Pois veja, meu senhor: a primeira palavra é para pessoas
com nível cultural muito alto, como intelectuais em geral; a
segunda é para pessoas com um nível cultural médio, como
o senhor e a maioria dos que aqui estão; A terceira palavra é
para pessoas que têm um nível cultural muito baixo, pelo chão, 
digamos, como aquele alcoólico, ali deitado na
esquina. De imediato, o alcoólico levanta-se a cambalear e 'atira':
- Senhor postulante, aspirante ou candidato: (hic) o facto,
circunstância ou razão pela qual me encontro n'um estado
etílico, alcoolizado ou mamado (hic), não implica, significa, ou, quer
dizer, que o meu nível (hic) cultural seja ínfimo, baixo ou mesmo rasca (hic). 
E com toda a reverência, estima ou respeito que o senhor me merece (hic) 
pode ir agrupando, reunindo ou juntando (hic) 
os seus haveres, coisas ou bagulhos (hic)
 e encaminhar-se, dirigir-se ou ir direitinho(hic)
 à leviana da sua progenitora, à mundana da sua mãe
biológica ou à put@ que o pariu

sábado, 12 de janeiro de 2013

Histórias dos Impérios da TASCA
Volume 1
VIII - O Império desaparecido
Parte I


Por Matemaníaco

Sede da TASCA, algures no final de 2012CO

Uma mensagem, vinda do império de McLopes informa a TASCA que era impossível contactar o império oGamus.
A princípio a notícia passou despercebida.
Depois, o imperador mayNard prestou atenção à notícia e foi pessoalmente visitar McLopes, acompanhado da imperatriz Durga.

Palácio Imperial de McLopes, Tagus [7:7:4]

– É uma honra receber dois imperadores da TASCA aqui no palácio... A que devo a honra?
– Olá McLopes. Podemos falar num sítio privado? – perguntou mayNard.
McLopes faz um sinal com os dedos e todos os guardas e empregados saíram. As holocâmaras foram desligadas.
– Agora pode me dizer porque dispensei todo o meu pessoal?
– Foste tu que mandaste a mensagem sobre o império oGamus.
– Sim, mas se não fosse eu seria outro qualquer.
– Ninguém chama oGamus ao império da Hara, a menos que tenha nascido lá. Em vez de pedir aos meus serviços secretos, preferi pedir-te a ti que me contes a tua história.
– Isso de só quem nasceu lá é treta... Deves ter me investigado. E sem querer ser inconveniente, porque trouxeste a imperatriz Durga? Ela é sempre bem-vinda, assim como qualquer membro da aliança...
Durga sorriu.
– Você faz-me lembrar alguém, mas não estou a ver quem – disse McLopes.
– Não fujas ao assunto. Conta lá a tua versão da história. Prometo contar depois a nossa.
– Nossa?... Está bem, não tenho nada a esconder.
Eu nasci sim em Principal, no tempo do rei Flávius. Fiz lá toda a minha vida e entrei para a academia astral real. Assim que concluí os estudos fui colocado como piloto de caças ligeiros ao serviço do reino. Fui progredindo na carreira até chegar a subcomandante.
– Estás a saltar muitos detalhes – disse mayNard.
– Se já sabe, não preciso de os contar.
– Está bem, continua.
– Na minha ultima missão, há onze anos atrás, fui colocado como subcomandante num protótipo de uma nave da batalha, sob o comandante Jamaica. Íamos numa missão de exploração espacial, com um passageiro muito especial: A princesa herdeira, a princesa Hara.
Algo de anormal se passou no salto de hiperespaço, e fomos parar a uma região ainda hoje desconhecida do universo. Muita tripulação faleceu com a turbolência, incluindo o comandante.
Eu tomei comando, com permissão da princesa.
Algum tempo depois, recebemos um SOS da Léon, um destruidor que fazia parte da nossa expedição. Eu e alguns dos melhores técnicos e engenheiros fomos à Leon, numa tentativa de recuperar a nave.
Só que o instável motor de hipersalto fez a Léon saltar, viemos todos parar aqui à G7 e deixámos a nave de batalha com a Hara lá!
Este palácio está construído sobre o que resta da Léon.
Se regressássemos a Principal, na G1, o rei, na sua ira, mandaria matar-nos a todos.
– Ele era conhecido pelos seus excessos, mas isso não será exagero? – Interrompeu Durga.
– Oh, eu garanto que não. Ainda tenho a base de dados original da Léon. Posso partilhar.
– Continua, se faz favor...
– Eu e os meus homens decidimos ficar aqui começámos a difícil tarefa de construir um império intergaláctico.
– Difícil? Um dos meus cronistas escreveu um livro, muito famoso, sobre a construcção de um império. O título é “O império de may”... - interrompeu mayNard
Nunca ouvi falar – respondeu McLopes.
– Não o interrompas. Esse livro nem existia quando ele chegou cá. – Disse Durga – Continua McLopes.
– Um dia, meses depois, tentei contactar a minha família. Disseram-me que o rei Flávius tinha morrido. Que a princesa Hara tinha regressado no dia seguinte à partida da expedição, mas um pouco mais envelhecida, e que. Ela própria contou-me que passou anos lá.
Espera! Então podias ter regressado a Principal. – Disse mayNard
– Sim, podia... mas eu e os meus homens decidimos ficar aqui. Este era o nosso império. Regras muito diferentes do reino oGamus. Hara permitiu às nossas famílias migrar para cá.
Sei que durante o reinado dela, muita coisa mudou. O reino dela passou a império, pacífico e muito diferente do antigo reino.
Alguns dos meus familiares quiseram continuar lá, mesmo sendo eu o imperador aqui. Não quiseram abandonar aquilo que construiram durante uma vida inteira.
Por isso eu monitorizava regularmente o império da Hara.
Está bem, coincide com a nossa versão. – Disse mayNard.
O império encontra-se sob uma anomalia espacial chamada “maldição demoníaca frontal”, abreviadamente m.d.f. – disse Durga.
Eu sei o que é um m.d.f.! E também sei que só podem ser provocados pelos próprios imperadores – respondeu McLopes.
Não é bem assim... mas sim, sei que este foi provocado pela imperatriz Hara – Respondeu Durga.
Falou com ela?
Não, eu tenho acesso a informação privilegiada – respondeu Durga..

(continua)

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Histórias dos Impérios da TASCA
Volume 1
VII - O Império dos Porcos

Por PorcoSujo
Este texto foi extraido de um dossier  que visa tornar o Império de PorcoSujo num destino turistico.

No império do PorcoSujo, 98% da população pertence à espécie homo sapiens suinus, uma evolução dos homo sapiens sapiens.
A industria pornográfica é muito consumida internamente, mas também exporta surpreendentemente bem, e é uma das maiores do universo. As porcas são muito requistitadas em todas as galáxias  e pagam-se a preço de ouro.
O próprio Imperador mayNard, recorrendo aos protocolos estabelecidos entre os membros da aliança TASCA, tem várias porcas no seu harém pessoal e privado.
Na TASCA, a expressão "comer uma porca" não tem nada de gastronómico.
A proibição dos banhos no impéro, faz com que os planetas do império estejam longe de qualquer destino turístico, mesmo sexual,mas deu aos porcos um dos sistemas imunitários mais potentes de que há registo, sendo até capazes de destruir nanites.
Os jovens leitões, designação utilizada para nos referirmos ás crianças, são desde cedo iniciadas na pornografia suina, como parte da sua formação cultural.
Há muito que corre o mito de uma antiquissima celebridade terrestre, uma tal de "miss Piggy" ser uma encarnação de uma deusa suina, a poderosa Afropiggite. A deusa da fertilidade suina.
O imperador é um porco reservado, e usa o título de "Senhor Porco". 

A nivel legislativo, o império tem uma lei dura!
A carne de porco é expressamente proibida. Mesmo o seu transporte no território é punível com a apreensão de todos os bens dos prevaricadores.
A falta de respeito para com o imperador, por exemplo, chama-lo apenas de Porco, é punível com a morte mais cruel dos impérios da TASCA, a "matança do porco". A crueldade de tal acto proibe-nos de o descrever aqui.
 Os habitantes que forem vistos limpos durante mais do que duas horas seguidas, ou que não deitem dejectos no chão têm de cumprir 6 meses de serviço publico forçado.
A Porcabriela é a porconovela mais vista e controversa da história.
É transmitida e retransmitida em todos os impérios da aliança. É líder de audiências  mas alvo de contestação pelo próprio imperador PorcoSujo. As cenas de sexo em algo tão imoral como é o banho já fizeram com que o próprio Senhor Porco emitisse comunicados e ordenasse a censura de cenas da novela.
A sociedade para a defesa da sujidade de bons costumes considera esta a porconovela mais imoral dos últimos cinco milénios.
A nivel arquitectónico, é uma civilização muito original... texto  nenhum fará justiça à beleza daqueles edifícios.

 Há várias classes de  habitações próprias para os habitantes, como é o caso das pocilgas e dos  chiqueiros (...)

Muito mais há para dizer... mas nada que substitua uma visita turística aos impérios do Senhor Porco.